quinta-feira, 26 de maio de 2011

Movimento não aos sutiãns


 
 
Caixa preta                                                                                                                                     

Muito azar.

Azarado cai sentado na mangueira e infla feito balão

Caminhoneiro escorregou, sofreu uma perfuração no traseiro e ficou "de saco cheio"
Do R7
Associated PressAssociated Press
O ar entrou por onde costuma sair. Curioso!


Você provavelmente já ficou cheio. Cheio de tanto comer, cheio de tanto trabalhar, cheio dessa vida... Até cheio de gases. Mas nunca ficou cheio como Steven McCormack, um cara de 48 anos da Nova Zelândia, que sentiu na pele o que é se encher.
Steven, que é motorista de caminhão, sofreu um acidente bizarro: ele se desequilibrou e caiu sentado em uma mangueira de ar comprimido. Ela perfurou seu traseiro esquerdo, enchendo-o de ar, como um balão.
Ao jornal britânico The Daily Mail, ele contou como se sentiu ao sofrer o acidente.
- Eu estava enchendo igual uma bola de futebol. Senti que eu ia explodir, dos pés para cima. Eu não tive escolha, a não ser ficar deitado lá, inflando como uma bexiga.
Ele só sobreviveu graças a seus colegas de trabalho, que ouviram seus gritos e agiram rapidamente.
Robbie Pertersen, o primeiro a chegar ao local, ouviu os "gases" passando dentro de Steven e virou uma válvula de segurança para interromper o fluxo de ar. Depois, Jason Wenham, outro colega, colocou o acidentado em uma posição aconselhada para primeiros socorros.
Veja, abaixo, uma mangueira idêntica à que o perfurou.
caminhao
O caminhoneiro saiu com a cabeça e o pescoço inchados, um dos pulmões cheio de fluidos e o traseiro (obviamente) machucado, mas já está fora de perigo.
- Eles me disseram que eu tenho sorte de estar vivo, depois de encher igual um balão.
Para a felicidade de todos, ele não precisou eliminar os gases da maneira natural...

Cadela resgatada em enchente nos EUA dá à luz nove filhotes

Cadela teve os filhotes quando era levada para Knoxville.
Filhotes serão colocados para adoção, segundo centro de animais.

Do G1, em São Paulo, com agências
Uma cadela resgatada das enchentes no estado do Arkansas, nos EUA, deu à luz nove filhotes. A cadela chamada "Bonnie" e o pai dos filhotes, "Clyde", foram levados para um centro de animais em Knoxville, no estado do Tennessee. Segundo o centro, os filhotes serão colocados para adoção em cerca de oito semanas.
Cadela chamada 'Bonnie' deu à luz nove filhotes. (Foto: Paul Efird/Knoxville News Sentinel/AP) 
Cadela chamada 'Bonnie' deu à luz nove filhotes. (Foto: Paul Efird/Knoxville News Sentinel/AP)
A americana DeAnna Swearingen disse que "Bonnie" e "Clyde" apareceram no quintal de sua casa em Payneway, no Arkansas, no dia 24 de abril. "Eles estavam tão magros que você podia ver todas as costelas e contar cada vértebra em suas costas. Estavam com tanta fome que comeram comida de gato", disse ela.
No entanto, com a cheia do rio Mississippi, ela decidiu ligar para o serviço de animais. O casal de cães foi levado primeiro para Memphis, que fica a cerca de 45 minutos de Payneway. Mas, quando "Bonnie" e "Clyde" estavam sendo transferidos para Knoxville, a cadela deu à luz os nove filhotes.
Segundo os agentes do centro de animais, o casal e os filhotes teriam morrido se tivesse demorado um dia a mais para serem resgatados.

Exterminador de sentimentos.

Ex da amante de Schwarzenegger se sente traído por seu 'herói'

Rogelio Baena declarou que achava ser o pai biológico do filho do ator.
Ex-governador reconheceu relacionamento com empregada doméstica.

Da EFE
Arnold Schwarzenegger e sua mulher Maria Shriver (Foto: AFP)Arnold Schwarzenegger e sua ex-mulher Maria
Shriver (Foto: AFP)
O ex-marido da amante de Arnold Schwarzenegger e mãe do filho ilegítimo do ator disse que se sentiu traído por seu "herói" após saber do romance e que não é o verdadeiro pai da criança.
Em entrevista concedida ao programa "Entertainment Tonight", do canal "CBS", que tem a segunda parte transmitida nesta quarta-feira (25), Rogelio Baena declarou que, até o escândalo da semana passada, achava que era o pai biológico do menino, que hoje está com 13 anos.
"[Estou] muito, muito zangado", afirmou Baena, que esteve casado com Mildred Patricia Baena por dez anos e se divorciou há três semanas. Ele disse que, apesar dos acontecimentos, espera poder dizer ao menino que ainda é seu pai. O homem confessou que era fã de Schwarzenegger, a quem considerava seu "herói" até saber do caso que teve com sua mulher. "Me sinto traído", explicou.
No último dia 17, o ex-governador reconheceu que teve um filho com uma empregada doméstica que trabalhou para sua família durante 20 anos, e deixou o emprego em janeiro. Segundo o jornal "Los Angeles Times", a esposa de Schwarzenegger se separou após tomar conhecimento do episódio.
O ator manteve segredo até janeiro, quando terminou seu mandato de governador da Califórnia, mas chegou a dar ajuda financeira para a criação de seu filho com Mildred.

Vai sr meu!

Mega-Sena acumula e pode pagar
R$ 37 milhões; veja os resultados

185 bilhetes acertaram cinco números e vão receber R$ 14.780,11.
Outras 12.297 apostas acertaram a quadra e vão receber R$ 317,65.

Do G1, em São Paulo
Nenhum apostador acertou as seis dezenas sorteadas pela Caixa Econômica Federal (CEF), nesta quarta-feira (25), pelo concurso 1.286 da Mega-Sena.
Confira os números sorteados: 02 – 05 – 28 – 33 – 51 – 52
Segundo a Caixa, 185 apostas acertaram cinco números e cada uma vai receber R$ 14.780,11. Outras 12.297 apostas acertaram a quadra e vão receber R$ 317,65.
De acordo com a Caixa, o prêmio acumulado para o próximo concurso é de R$ 37 milhões.

Professora transexual diz que alunos sabem lidar com a diversidade

Marina Reidel foi vítima de homofobia antes de passar por 'transformação'.
Ela aprova kit do MEC e diz que ganhou o respeito de pais e estudantes.

Paulo Guilherme Do G1, em São Paulo
Marina Reidel é transexual e dá aulas em uma escola pública de Porto Alegre (Foto: Arquivo pessoal)Marina Reidel é transexual e dá aulas em uma
escola pública de Porto Alegre (Foto: Arquivo
pessoal)
Os estudantes adolescentes sabem lidar com tranquilidade quando lhes é apresentado em sala de aula o tema da diversidade sexual. É a conclusão que chegou  a professora Marina Reidel por sua experiência didática em uma escola pública de Porto Alegre. Ela se sente muito à vontade para falar sobre o tema que gerou a polêmica suspensão do projeto "Escola sem homofobia", que iria debater a diversidade sexual nas escolas públicas por meio de vídeos e uma cartilha – o chamado" kit anti-homofobia". Marina é transexual desde os 30 anos (ela não revela a idade) e é tratada com respeito por alunos, pais e diretores por seu trabalho em sala de aula.
De família com ascendência alemã, Marina sempre teve o carinho dos pais, que viam o filho brincando com bonecas desde pequeno. Mas nunca teve diálogo necessário para falar sobre sua orientação sexual em casa. Talvez por isso tenha demorado tanto tempo para assumir a sua condição.
No trabalho nas escolas viveu duas realidades distintas. Antes de decidir se tornar transexual, deixando o cabelo crescer e assumindo a sua feminilidade, Marina era o professor Mário e, como homossexual, era vítima de preconceito nas escolas.
“Enquanto eu era um gay não assumido tive alguns problemas”, conta a professora, que faz mestrado em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Teve um pai que não aceitava que eu desse aula para a filha dele. Uma mãe retirou a filha da escola porque não aceitou o fato de ela ter um professor homossexual. Eu até fui ofendido por um aluno da oitava série. Registrei boletim de ocorrência e ele acabou saindo da escola.”
Depois que se tornou transexual, as coisas mudaram. Mario avisou a direção da escola que iria se ausentar por alguns meses e voltaria diferente. A diretora e os outros professores prepararam os alunos para receber esta mudança. E a transexual voltou à escola como uma respeitada professora Marina. “Depois que me transformei ninguém questionou nada sobre minha história ou meu trabalho. Nem os meus alunos, que têm de 10 a 17 anos. E os pais confiam na escola e no trabalho que a gente faz.”
Marina participou de trabalhos de capacitação promovidos pelo MEC sobre a questão da diversidade sexual nas escolas. Teve acesso aos vídeos preparados para o kit anti-homofobia e até promoveu com os alunos trabalhos abordando o tema. “Tivemos trabalhos excelentes sobre a conscientização desta temática”, avalia.
Ela lidera uma associação de professores transexuais do país. Diz que tem 15 professores transexuais nas escolas da rede pública, sendo quatro no Rio Grande do Sul. “Deve haver mais, mas nem todo mundo assume sua condição”, diz. Ao saber da suspensão da distribuição do material didático voltado para a orientação do professor, Marina achou um retrocesso. Ela diz que muitos professores querem abordar a temática, mas não têm material didático para se basear. E outros professores não querem se envolver com o tema por “preguiça”. “Eles se preocupam só com seus conteúdos enquanto na sala de aula temos violência, bullying, homofobia, drogas...”
Sobre a proibição do kit preparado a pedido do MEC, Marina disse que a interferência dos políticos está atrapalhando o desenvolvimento de uma questão importante para a educação brasileira. “Acho muito estranho é que na educação todo mundo dá palpite. No posto de saúde ninguém diz para o médico o que deve ser feito. Por que nós educadores temos que dar ouvidos às pessoas que não entendem de educação e querem dar pitacos no nosso trabalho? Por que os deputados evangélicos podem se meter tanto se o estado é laico?”
 
G1

terça-feira, 24 de maio de 2011

Eu não acho nada!

Coisas que só acotece no Brasil, com cobertura da Rede record


Eu não poderia deixar de compartilhar esse video com vocês...Sem comentarios

Vereadora sem noção! Merece uma moção de repudio! Essa é uma representante do povo ? Fiquei com mede desses eleitores que votaram nela.

Vereadora mineira lança projeto de lei para matar animais de rua


Se o dono não aparecer em 48 horas, o animal seria sacrificado, segundo Silvia Fernandes de Almeida

A vereadora Silvia Fernandes de Almeida, da cidade de São João del-Rei (MG), gerou polêmica, na última sexta-feira (20), ao defender que animais encontrados na rua sejam sacrificados. Ela diz acreditar que o projeto de lei faça a sociedade refletir sobre problema.
Segundo ela, o dono do animal teria 48 horas para buscá-lo no controlo de zoonose. Caso isso não acontecesse, o bicho seria sacrificado
As declarações deixaram muitas pessoas revoltadas, especialmente as sociedades de proteção aos animais.
No ano passado, a vereadora foi processada por discriminação racial contra vereador da câmara. A Justiça determinou que ela pagasse R$ 5.000, valor que foi revertido em cestas básicas distribuídas para entidades assistenciais.
 
Fonte:otempo.com.br
http://www.arenafama.com/2011/05/vereadora-mineira-lanca-projeto-de-lei.html